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BLOG

Equipe SCTP: Patricia Meirelles

21.Dec.2018

Moda com sororidade e construção de elos: vem conhecer a Pati Meirelles em uma conversa sobre valores e o poder dos encontros.

"Quando há propósito e união de mulheres, geramos uma potência de expansão”. É com essa frase dita pela Patrícia durante nossa conversa que inicio esse texto. A verdade com a qual ela foi contando sua experiência diária com a marca se mistura a um leque de informações que deixam evidente o cuidado que envolve a produção de cada peça, embalagem e entrega. Mais do que ter uma função, a Paty tem um propósito na Santa: ser uma coluna e uma potência para a expansão da marca.

A essência de cada mulher da equipe, para ela, é fundamental na união de potenciais para fazer moda que transforma a vida de outras mulheres. "Essa identificação e liberdade que a SCTP leva para outras mulheres me marca muito porque é um resultado concreto do envolvimento de toda a equipe, de um exercício de sororidade, uma ajudando a outra e formando um elo", define.

Vem conhecer melhor a história da Patrícia em um bate papo cheio de entrega, coração aberto e propósito!

Pati, como teve início sua relação com a Santa?
Seguia a marca pelas mídias sociais, superficialmente. Levava uma vida bem distante da moda! 
Eu trabalhava na área administrativa, Recursos Humanos e Infraestrutura, e vivia em um cubo bem pequeno dentro da caixa, sem perceber. Foi então que chegou uma fase de desconstrução na minha vida. Não me identificava mais nessa área, mas também não sabia o que realmente me preenchia profissionalmente. Então fiquei desempregada e, ao mesmo tempo, houve uma mudança radical em minha vida, na área espiritual, que refletiu para todas as outras áreas.

Foi aí que fiquei mais próxima da Gabi e da Vanessa que me influenciam muitíssimo, positivamente falando. Vejo ambas como referência no estilo de vida em que elas vivem. (Gabi e Vanessa são filhas da minha prima, temos um grau de parentesco, mas não éramos próximas apesar de amor e carinho sempre existirem). Nesse período depois de mais ou menos 3 meses desempregada, surgiu uma vaga temporária na loja como auxiliar de vendas, pois era final de ano e precisavam de uma ajudante no estoque. No início relutei pois eu tinha um orgulho dentro do meu coração. Achava que a área de vendas não era meu perfil e não abria a cabeça pra tentar nada diferente. Um belo dia mudei de ideia e enviei meu currículo, mas ainda sem muita expectativa desacreditando no meu potencial e no que Deus tinha e tem para a minha vida! 

Fiz a entrevista com a Cris, maravilhosa e influenciadora nata! Passei no processo seletivo. A partir daí fui só crescendo e crescendo com as meninas. Prorrogaram meu período de experiência e estou até hoje com a marca, vivendo um tempo de muito aprendizado e crescimento. E sei que tem muito mais. Hoje, mais que ter uma função, tenho um propósito de ser a coluna para a expansão da Santa Costura.

E você seguiu na área de vendas? Hoje essa é a sua função na loja?
​Tudo começou como auxiliar de vendas. Eu administrava o estoque e auxiliava as consultoras na loja para agilidade e praticidade no ato das vendas, em repor estoque, entregar o modelo da peça solicitada pela consultora, etc. Apoio geral mesmo. Era a "Pati, o braço direito", rs. E adorava. Me permiti o novo, a recebi todo treinamento para que eu executasse minhas atividades com máxima excelência, amor e carinho. Atualmente a minha função é assistente de produção, e está em sintonia com o avanço da marca. Vou crescendo junto.

A minha responsabilidade está em organizar a área de serviço, separar e preparar materiais para a liberação da produção para os ateliês produzirem as peças para a loja, auxílio em compras de insumos internos e atuo como inspeção e qualidade das peças. Preparo todos os envios via correspondência, desde a montagem da caixa até o toque final. Resumindo, atuo nos bastidores da loja! É uma felicidade enorme a que sinto hoje, pois a Santa dá oportunidades, se abre pro novo e deixa a gente se abrir para o novo também.


Você sempre teve uma relação forte com a moda? 
Sim, inconscientemente falando. Familiares, amigos e pessoas desconhecidas sempre diziam que eu estava bem vestida e diferente, mas não acompanhava desfiles e nem tendências e também não era escrava desse ciclo vicioso em estar "na moda". Na minha infância ficava fascinada com as matérias da revista Marie Claire - Mulheres do mundo, denunciando casos de mulheres que passavam por situações terríveis para estarem de acordo com o padrão cultural. Eu ficava impactada, era uma criança não tinha dimensão da cultura e tudo que elas viviam e prol de um padrão de beleza. E hoje acredito que a moda pode transformar a vida das mulheres de tudo que as prende. Pois quando há propósito e há união de mulheres, geramos uma potência de expansão!

Meu primeiro emprego foi em uma confecção de lingerie. Mas logo em seguida fui para a área administrativa. Devido a insatisfação, estresse, não me identificava mais com o meio corporativo. Me arrisquei em outras áreas, mas não me sentia identificada com nada. Mas foi um curto período nesse processo de transição, em me recolocar no mercado de trabalho. E logo iniciei a minha trajetória profissional na Santa, que alterou completamente esse senso de pertencimento e felicidade profissional. E eu sei que é só o começo! 

O que mais te marca na experiência diária com a SCTP e em todo o processo de aprendizado?
O que me marca muito aqui é o respeito a cada uma como se é e a valorização do complemento. A gente sabe que o crescimento de uma depende e complementa o da outra, e assim vamos construindo essa torre sólida e fortificada. Isso me marca muito aqui. Eu faço o que gosto, estou em um ambiente em que tenho liberdade para me expressar.  A essência de cada uma de nós e essa junção de potenciais para atingir outras mulheres também são pontos muito fortes. 


Que influências, valores, sentimentos e propósitos te unem à Santa?
A sustentabilidade, o design minimalista e a identidade da marca vão muito ao encontro do que eu acredito. Me representa muito. A maneira como a Gabi desenvolve as peças também, o cuidado envolvido em todo o processo. E essa coisa da marca permitir e incentivar que a mulher seja livre para usar o que ela quiser me representa demais.

Você sente que estar na Santa faz parte da sua missão pessoal? De que forma?
Sim, com certeza faz parte. Entrei para uma vaga temporária e estou crescendo junto com a empresa. E eu creio muito que parte dessa missão é atingir outras mulheres. Se você tem o coração disposto e uma vontade de abraçar o novo, você supera dificuldades como insegurança por exemplo, que sempre foi algo que eu carreguei muito comigo. Eu ainda não sei onde estarei lá na frente, mas sei que vou atingir outras mulheres. Só vai depender da minha maturidade e das minhas respostas, das respostas que darei aos desafios.

Para finalizarmos, além de ter a vontade de atingir e influenciar outras mulheres com o poder de transformação da moda com propósito, quais seus outros sonhos, Pati?
Já realizei alguns sonhos. Já pulei de paraquedas, mergulhei. Ainda quero dirigir um caminhão e pilotar um helicóptero!rs. Mas também quero ter minha família, ser mãe. E ver meus pais felizes, meus irmãos e amigos bem. Quero ver o bem de todos que estão à minha volta mesmo. E que por meio da minha vida elas conheçam Jesus e entendam o quanto isso não é uma imposição, o quão bem isso faz. Acho que em resumo é o desejo que as pessoas preencham seus corações, preencham o ser e se permitam encontrar a felicidade no que fazem.

 

#equipesctp #empoderamento #liberdade

Comentários

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Daniela Silveira

21 dezembro, 2018

A Paty e tudo isso é muito mais, tenho a oportunidade de estar ao lado dela e compartilhar desse auto astral que contagia todos a sua volta. Sucesso Paty

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