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BLOG

Mulheres da Santa: Fabiana Gomes

29.Sep.2017

Uma série para mostrar um pouco das mulheres que inspiram o dia a dia e a identidade da Santa Costura!

 

 

Além de ser uma das primeiras clientes da marca, a designer de interiores Fabiana Gomes acompanha a jornada e cada evolução da Santa até hoje. Da mesma forma que tantas mulheres, todas incríveis e únicas, ela compartilha experiências e inspirações com a gente, sendo uma fonte de energia e criatividade para cada uma de nós.

Foi pensando em pessoas como a Fabiana (e como você que está lendo esse texto, provavelmente), que decidimos estrear a série Mulheres da Santa, que começa com esse post. Nessa série, vamos apresentar a vocês as queridas mulheres que participaram do nosso editorial da nova coleção que tem a Dievrsidade como grande inspiração: aqui, você vai conhecer clientes especiais e pessoas reais, cada uma com sua individualidade e características.

 

A ideia é mostrar um pouco de cada mulher que faz a identidade da SCTP, que inspira desde a criação de uma peça até o fortalecimento do próprio conceito da marca, cada vez mais alinhado a propósitos que vão ao encontro da simplicidade e da valorização de um processo de trabalho transparente e focado na pluralidade.

 

 

Mulheresm vocês são a Santa. E essa série é uma celebração de peito aberto e cheio de gratidão pelo que cada uma de vocês é.

 

A designer que constrói lares por onde passa

Por Thaís Jorge

 

 

O sorriso largo e os gestos rápidos que acompanham os passos e o movimento leve já mostram que é ela chegando. A designer de interiores Fabiana Gomes, de 38 anos, é daquelas pessoas que transmitem algo peculiar e instigante onde está, e com as quais é difícil não ter vontade de iniciar uma conversa. Foi justamente em um papo descontraído, em meados de 2006, que ela conheceu a Santa, depois de entrar na loja por causa de uma gola de moletom na vitrine e passar um bom tempo conversando por lá. O mais curioso? Ela foi uma das primeiras clientes da marca, que ainda tinha endereço na Toca da Villa, uma simpática vila no bairro do Cambuí, em Campinas.

 

A Fabiana nasceu em São Paulo, mas veio para Campinas com a família depois de uma transferência de emprego do seu pai. Foi na mesma época em que ela começou a cursar Arquitetura na Puc-Campinas. Aqui, também, ela fortaleceu sua paixão pelo Design de Interiores e pela vontade de proporcionar lares às pessoas, ao invés de simplesmente casas. Em outras palavras: a Fabiana espalha conteúdo, amor e generosidade no lugar de tendências e padrões preestabelecidos. É aí que, segundo ela, mora um de seus principais elos com a Santa. Vem conhecer melhor essa história especial.

 

Quando começou sua história com a Santa Costura de Todos os Panos?

A minha história com a Santa é muito boa. Eu comprei o que eu acredito que tenha sido uma das primeiras roupas que elas venderam, quando a loja ainda ficava na Toca da Villa, no Cambuí. Eu tinha ido almoçar ali pertinho com meu marido e vi uma gola de moletom linda na vitrine. Aí entrei, vi uma blusa incrível e comprei. Nesse dia, conheci a Cris. Em poucos minutos, já me apaixonei pela energia do lugar, pelas peças e pelo carinho das meninas. A partir de então comecei a acompanhar tudo.

 

Traçando um paralelo entre a arquitetura e o design de interiores com o conceito da marca, é possível estabelecer pontos de diálogo?

Com certeza. Todas as roupas da marca têm uma arquitetura bonita, um ângulo especial, um corte diferente. E tem outros aspectos também. Existe uma palavra dentro do design e da moda que na minha opinião deveria ser abolida: tendência. Isso só funciona para venda. Poxa, isso limita tanto o produto. Eu lido com sonhos. Em um projeto de decoração para uma residência, por exemplo, tento imprimir a personalidade de quem vai morar lá. Acredito que as pessoas precisam fazer lares, e não casas de capa de revista. E eu sinto que na Santa a ideia é bastante semelhante. Elas não vendem tendência, vendem conceitos de vida. Outra coisa que tem muito em comum com a minha visão na arquitetura e a visão das meninas na Santa é essa questão do consumo consciente. Tanto na arquitetura como na moda, você precisa reutilizar. O consumo desenfreado e irracional não tem mais vez.

 

Que tipo de característica mais te chamou atenção na marca e na relação que foi se desenvolvendo ao longo dos anos?

Elas não vendem modinha. Isso é muito nítido. Elas conhecem cada cliente, têm uma empatia muito forte. E sabem indicar exatamente o que tem a ver com a personalidade de cada uma, porque se envolvem, amam o que fazem. É muita coisa. Eu tenho uma ligação realmente especial com elas. Acho que o mais gratificante e diferente de outras marcas é que me sinto em casa ali, e elas também acompanharam todas as minhas fases. Quando eu perdi meu esposo, elas me ajudaram muito. Sabe, elas não vendem roupa ali. A roupa é apenas um acessório. Elas vendem o testemunho delas, vendem carinho e afeto. A marca é um canal que elas encontraram na vida delas pra ajudarem a vida de outras pessoas. E cada roupa que eu tenho de lá tem uma história. Outra coisa que me sensibiliza com a roupa da Santa é que ela é generosa. Com a pessoa que é alta, com a pessoa que é baixa, fora de qualquer padrão. Ela é generosa, te deixa bonita e confortável dentro do seu estilo.


 

Você disse que a roupa é um acessório na Santa, e que a marca é mais do que isso, é um estilo de vida e uma maneira de enxergar o mundo. Que maneira é essa, na sua opinião?

Acredito que é uma maneira de ver tudo com mais simplicidade, honestidade. Por meio do trabalho delas, elas fazem as pessoas se sentirem honradas, abençoadas. Foi assim que me senti quando elas me chamaram pra fazer parte das fotos do editorial da nova coleção. Eu sempre tive alguns problemas de autoestima, mas elas colocam a minha percepção sobre mim mesma lá em cima. É incrível essa valorização real que elas trazem pra mulher pelo que ela é, sabe? É algo que me encanta muito.

 

E com relação ao processo de produção das peças? Você já conhecia esse conceito de slow fashion e consumo sustentável na moda?

Conhecia bem pouco pra falar a verdade. Hoje eu dou muito valor a esse processo de entender como a roupa é feita, ter uma noção clara das pessoas envolvidas em todas as etapas. E sinto que essa prática e o interesse das pessoas por isso é algo que vai crescer cada vez mais, porque não há nada mais natural que isso. A gente precisa saber a procedência do que consumimos, saber que não incentivamos nenhum tipo de processo que impacta negativamente outras pessoas ou o próprio meio ambiente.

 

 

#sctp #mulheresreais #realwomen

Comentários

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Fabiana Gomes

30 setembro, 2017

Sensibilidade e respeito, é assim que vejo tudo que envolve está marca. Sucesso e principalmente felicidade a esta equipe incrível ❤️❤️❤️❤️

Rogéria Sampaio Cavallaro

01 outubro, 2017

Muito boa a ideia de nos apresentar as meninas e de compartilhar suas histórias de vida e tb falara da SCTP. Cada dia amo mais a SCTP e todas as meninas. Bjss

zeze gut vernaglia

01 outubro, 2017

muito bom....empatia não se compra e não se vende...ou tem ou não tem....e Santa Costura e suas mulheres acolhem e ...abraçam...parabens!!!

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